Texto teatral
Personagens
Conquistador, Punk, Senhora,Caipira
O CONQUISTADOR
( um belo dia o conquistador resolveu pirar. Ele estava se sentindo muito só. Saiu de casa sem dinheiro e foi para fila de um banco, lá encontrou uma punk)
CONQUISTADOR
Seu pai é um padeiro?
PUNK
Não, por quê?
(Conquistador sorrindo)
Por que você é um sonho.
PUNK (Com raiva dá um tapa nele e sai)
(Conquistador sai e encontra um motoqueiro. Vão para uma festa. No sinal encontra uma senhora)
CONQUISTADOR
Seu nome é tamara?
SENHORA
Não, por quê?
CONQUISTADOR (sorrindo)
Por que você “tamaravilhosa”.
SENHORA (sorrindo ironicamente)
Pena que eu não posso dizer o mesmo.
(Chegando à festa, entra no elevador e encontra uma caipira)
CONQUISTADOR
Seu pai é um ladrão?
CAIPIRA
Não, Por quê?
CONQUISTADOR
Por que ele roubou o brilho das estrelas e colocou em teu olhar?
(A caipira com a cabeça baixa sorrindo timidamente)
CONQUISTADOR (sai u do elevado, chegou ao andar da festa. Lá tinha um show de músicas e um festival de cinema)
MENDIGO (com um a expressão triste)
Por favor, me dê um trocado?
CONQUISTADOR (cinicamente)
Se você souber da minha situação vai chorar junto comigo!(Ele sai do show e vai pro festival de cinema. Lá senta ao lado de uma garota)
CONQUISTADOR
Meu nome é Arlindo, mas pode me chamar de lindo porque você já tirou meu ar.
GAROTA (sorrindo)
Vamos fazer um trato. Eu vou te dar um beijo, se você gostar eu te dou vários, mas se você não gostar você vai me devolver.
CONQUISTADOR (com o beijo ele fica feliz da vida e ganha o dia)
sexta-feira, 28 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
A cigarra e a formiga (versão da aluna Rafaela Adriano Tomaz - T. 1003)
Era uma vez uma formiga e uma cigarra.
A formiga com seu bando reunido estava a trabalhar e a cigarra esvava lá a cantar. Cantava, cantava, enquanto as formigas trabalhavam. Elas se preocupavam com o inverno. Precisavam ter o que comer.
Chegou o inverno. As formigas se recolheram e a cigarra parou de cantar. Estava com muita fome e resolveu bater na porta da formiga para pedir algo para comer e se aquecer.
A formiga perguntou:
_ Por que você não juntou comida no verão?
Eu trabalhei muito e você ficou a cantar.
A cigarra respondeu:
- Eu trabalhei, meu trabalho é cantar.
A formiga falou:
- Então agora colha o fruto do seu trabalho porque eu tenho o que comer e o que me aquecer.
_ Tá bom, vamos fazer um trato. Você me dá o que comer e me aquecer e eu canto pra você.
A formiga aceitou na hora, pois ela gostava muito do canto da cigarra.
Moral: É dando que se recebe.
A formiga com seu bando reunido estava a trabalhar e a cigarra esvava lá a cantar. Cantava, cantava, enquanto as formigas trabalhavam. Elas se preocupavam com o inverno. Precisavam ter o que comer.
Chegou o inverno. As formigas se recolheram e a cigarra parou de cantar. Estava com muita fome e resolveu bater na porta da formiga para pedir algo para comer e se aquecer.
A formiga perguntou:
_ Por que você não juntou comida no verão?
Eu trabalhei muito e você ficou a cantar.
A cigarra respondeu:
- Eu trabalhei, meu trabalho é cantar.
A formiga falou:
- Então agora colha o fruto do seu trabalho porque eu tenho o que comer e o que me aquecer.
_ Tá bom, vamos fazer um trato. Você me dá o que comer e me aquecer e eu canto pra você.
A formiga aceitou na hora, pois ela gostava muito do canto da cigarra.
Moral: É dando que se recebe.
A cigarra e a formiga (versão da aluna Caroline Peres - T. 1003)
A cigarra canta todo o verão. Folgada, ela nem se preocupa com o trabalho. Enquanto isso a formiga trabalha noite e dia. O inverno se aproxima. A cigarra diz para aformiga:
_ Por que trabalhas tanto?
A formiga responde:
_ O inverno se aproxima.
A cigarra nem liga.
O inverno chegou e a formiga estava quentinha e alimentada enquanto a cigarra sofria com fome e frio.
A cigarra foi pedir abrigo à formiga.
A formiga, muito boa e acolhedora, abrigou a formiga e a ensinou a trabalhar.
Moral da história: Só consegue as coisas quem se esforça para ter.
_ Por que trabalhas tanto?
A formiga responde:
_ O inverno se aproxima.
A cigarra nem liga.
O inverno chegou e a formiga estava quentinha e alimentada enquanto a cigarra sofria com fome e frio.
A cigarra foi pedir abrigo à formiga.
A formiga, muito boa e acolhedora, abrigou a formiga e a ensinou a trabalhar.
Moral da história: Só consegue as coisas quem se esforça para ter.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
A cigarra e a formiga (versão da aluna Thamiris - T. 1003)
Lá estava a cigarra cantando sem fazer mais nada o verão todo.
De repente sentiu muito frio, era a chegada do inverno.
Como não tinha comida que enxesse sua barriga foi pedir à formiga que havia trbalhado o verão todo.IMPLOROU QUE LHE EMPRESTASSE, POIS PODIA LHE PAGAR DEPOIS. Queria qualquer coisa para comer até a volta do verão.
A formiga nunca empresta, por isso junta.
Perguntou a cigarra o que fazia no verão que não trabalhou. A cigarra respondeu que sempre cantava para as formigas trabalharem.
- Nossa que bom! A tua música me ajudava muito. Ela é muito bonita. Só por isso eu vou lhe ajudar. Você pode passar o inverno em minha casa e te peço para cantar, mas no verão você vai ter te trabalhar.
A formiga aceitou, mas continuou cantando.
Moral da História. Não devemos dar as coisas tão fáceis, cada um tem que conquistar a sua própria glória.
De repente sentiu muito frio, era a chegada do inverno.
Como não tinha comida que enxesse sua barriga foi pedir à formiga que havia trbalhado o verão todo.IMPLOROU QUE LHE EMPRESTASSE, POIS PODIA LHE PAGAR DEPOIS. Queria qualquer coisa para comer até a volta do verão.
A formiga nunca empresta, por isso junta.
Perguntou a cigarra o que fazia no verão que não trabalhou. A cigarra respondeu que sempre cantava para as formigas trabalharem.
- Nossa que bom! A tua música me ajudava muito. Ela é muito bonita. Só por isso eu vou lhe ajudar. Você pode passar o inverno em minha casa e te peço para cantar, mas no verão você vai ter te trabalhar.
A formiga aceitou, mas continuou cantando.
Moral da História. Não devemos dar as coisas tão fáceis, cada um tem que conquistar a sua própria glória.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Narradores de Javé/atividades
1. Pequeno resumo.
"O filme relata a história do povoado de Javé, que será submersa pelas
águas de uma represa. E a única chance da cidade não sucumbir, é se
possuir um patrimônio histórico de valor científico. Os moradores de
Javé se reúnem e apontam as histórias que o povo conta como o único
patrimônio do povoado. Assim, decidem escrever um livro sobre as grandes
histórias do Vale do Javé, mas poucos da cidade sabe ler e escrever. O
mais esclarecido é o carteiro Antônio Bia, que se torna o responsável
por reunir as histórias sobre a origem de Javé.
A memória oral do povoado é ilustrada com muito humor e com ares bem nordestino."
http://pt.shvoong.com/humanities/1790640-narradores-jav%C3%A9/
2. Nível de linguagem: predomínio da linguagem não-padrão (popular).
3. Gênero literário: drama (comédia).
4. Gênero textual: filme.
5. Código linguístico utilizado:código verbal (fala), código não-verbal (imagem).
6. Variedade linguística: regionalismo (fala nordestina) + dialeto africano.
7. Tipo de texto: narrativo.
8. Mensagem do filme:
Embora a memória de um povo seja importante é necessário que seja registrada. Um povo necessita do conhecimento, da leitura e da escrita para exercer sua função social,ser respeitado e ter dignidade.
"O filme relata a história do povoado de Javé, que será submersa pelas
águas de uma represa. E a única chance da cidade não sucumbir, é se
possuir um patrimônio histórico de valor científico. Os moradores de
Javé se reúnem e apontam as histórias que o povo conta como o único
patrimônio do povoado. Assim, decidem escrever um livro sobre as grandes
histórias do Vale do Javé, mas poucos da cidade sabe ler e escrever. O
mais esclarecido é o carteiro Antônio Bia, que se torna o responsável
por reunir as histórias sobre a origem de Javé.
A memória oral do povoado é ilustrada com muito humor e com ares bem nordestino."
http://pt.shvoong.com/humanities/1790640-narradores-jav%C3%A9/
2. Nível de linguagem: predomínio da linguagem não-padrão (popular).
3. Gênero literário: drama (comédia).
4. Gênero textual: filme.
5. Código linguístico utilizado:código verbal (fala), código não-verbal (imagem).
6. Variedade linguística: regionalismo (fala nordestina) + dialeto africano.
7. Tipo de texto: narrativo.
8. Mensagem do filme:
Embora a memória de um povo seja importante é necessário que seja registrada. Um povo necessita do conhecimento, da leitura e da escrita para exercer sua função social,ser respeitado e ter dignidade.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Olimpíada de Língua Portuguesa
Este ano tem Olimpíada de Língua Portuguesa. Para que os alunos se familiarizem com o gênero crônica nada melhor do que esta de Fernando Sabino, já que este gênero surge a partir de algum acontecimento no dia-a- dia de um escritor que tem perspicácia e habilidade de transformar um fato comum em um texto literário e este tema é super atual.
Conversinha Mineira
Fernando Sabino
- É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?
- Sei dizer não senhor: não tomo café.
- Você é dono do café, não sabe dizer?
- Ninguém tem reclamado dele não senhor.
- Então me dá café com leite, pão e manteiga.
- Café com leite só se for sem leite.
- Não tem leite?
- Hoje, não senhor.
- Por que hoje não?
- Porque hoje o leiteiro não veio.
- Ontem ele veio?
- Ontem não.
- Quando é que ele vem?
- Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.
- Mas ali fora está escrito "Leiteria"!
- Ah, isso está, sim senhor.
- Quando é que tem leite?
- Quando o leiteiro vem.
- Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?
- O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?
- Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?
- Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.
- E há quanto tempo o senhor mora aqui?
- Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.
- Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?
- Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.
- Para que Partido?
- Para todos os Partidos, parece.
- Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
- Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...
- E o Prefeito?
- Que é que tem o Prefeito?
- Que tal o Prefeito daqui?
- O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.
- Que é que falam dele?
- Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.
- Você, certamente, já tem candidato.
- Quem, eu? Estou esperando as plataformas.
- Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?
- Aonde, ali? Ué, gente: penduraram isso aí...
Texto extraído do livro "A Mulher do Vizinho", Editora Sabiá - Rio de Janeiro, 1962, pág. 144.
Tudo Fernando Sabino em "Biografias".
http://www.releituras.com/fsabino_conversinha.asp
Conversinha Mineira
Fernando Sabino
- É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?
- Sei dizer não senhor: não tomo café.
- Você é dono do café, não sabe dizer?
- Ninguém tem reclamado dele não senhor.
- Então me dá café com leite, pão e manteiga.
- Café com leite só se for sem leite.
- Não tem leite?
- Hoje, não senhor.
- Por que hoje não?
- Porque hoje o leiteiro não veio.
- Ontem ele veio?
- Ontem não.
- Quando é que ele vem?
- Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.
- Mas ali fora está escrito "Leiteria"!
- Ah, isso está, sim senhor.
- Quando é que tem leite?
- Quando o leiteiro vem.
- Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?
- O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?
- Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?
- Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.
- E há quanto tempo o senhor mora aqui?
- Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.
- Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?
- Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.
- Para que Partido?
- Para todos os Partidos, parece.
- Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
- Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...
- E o Prefeito?
- Que é que tem o Prefeito?
- Que tal o Prefeito daqui?
- O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.
- Que é que falam dele?
- Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.
- Você, certamente, já tem candidato.
- Quem, eu? Estou esperando as plataformas.
- Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?
- Aonde, ali? Ué, gente: penduraram isso aí...
Texto extraído do livro "A Mulher do Vizinho", Editora Sabiá - Rio de Janeiro, 1962, pág. 144.
Tudo Fernando Sabino em "Biografias".
http://www.releituras.com/fsabino_conversinha.asp
terça-feira, 6 de abril de 2010
Poesia
Sorria
Mandar você sorri é triste.
Fazer você sorri é lindo.
É maravilhoso quando você sorri sozinho.
É maravilhoso um coração apaixonado
Ver o sorrizo do amado.
Mais maravilhoso é quando me percebo sorrindo.
Patrick - 2002
Rose do mar
Dia de Sol
Beira do Mar
Pétalas de rosas a desmanchar
Seu sorriso encontar
Tudo que posso fazer é olhar
Porque quando percebo
É só um sonho
Que quer realizar.
Patrick - 2002
Mandar você sorri é triste.
Fazer você sorri é lindo.
É maravilhoso quando você sorri sozinho.
É maravilhoso um coração apaixonado
Ver o sorrizo do amado.
Mais maravilhoso é quando me percebo sorrindo.
Patrick - 2002
Rose do mar
Dia de Sol
Beira do Mar
Pétalas de rosas a desmanchar
Seu sorriso encontar
Tudo que posso fazer é olhar
Porque quando percebo
É só um sonho
Que quer realizar.
Patrick - 2002
Assinar:
Postagens (Atom)
