Matei por amor
Kenny era um grande modelo francês conhecido no mundo por sua grande beleza.
Ele era casado com Ashey, uma grande estilista muito famosa.
Ashey era uma mulher ciumenta e possessiva. Tudo isso porque Kenny era muito cobiçado por todas as mulheres por causa de sua beleza.
Ashey viajou para os Estados Unidos para criar um vestido para a mulher do Presidente. Kenny ficou em Paris para participar de um grande desfile.
O que Krnny não podia imaginar que um velho grande amor de sua adolescência estaria lá.
KLady era modelo e veio do Brasil em busca de fama e sucesso.
Kenny, quando viu Lady ficou muito feliz por te encontrado sua velha paixão.
Jady já estava casada. Kenny começou a conversar com ela.Decidiu voltar ao Brasil para buscar seu filho e marido para morar em frança.
Um paparazzi flagrou um abraço de Lady e Kenny.
Quando Ashey viu a foto nos jornais, voltou imediatamente.
Ashey e Kenny tiveram uma brande briga. Ela pega a arma atira e mata-o.
Ashey foi presa e ao ser interrogada disse:
_ Ele era meu! S´o matei porque ele era meu eterno amor.
O mundo sofreu com a morte de Kenny, principalmente Lady.
Amar não quer dizer que você é dono do outro, mas dim do amor que ela sente por você.
Agir sem pensar nos traz conseqüências terríveis
terça-feira, 17 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Oficina de redação (Crônica) Aluno: Eduardo - 1004.
Uma noite no Salgueiro
O samba rolando Sábado à noite no Salgueiro. De repente o locutor sobiu no palanque começou a falar do Juan da Seleção Brasileira de Futebol.
Disse assim:
- “ Está presente o jogador que levou 1 cartão amarelo, jogou e deu muitas alegrias para nossa seleção, o lateral Juan.”
Foi vaiado porque Juan não era lateral, era zagueiro. Com a vaia teve que se corrigir.
Mais tarde foi o momento do Mestre - sala da Mangueira. Foi o dia dos vexames. E Le sobe no palanque, pegou o microfone e começou a homenagear a mulher que tanto amava. Coloca-a no palanque, ajoelha-se aos seus pés e pergunta:
- Você quer casar comigo?
Todos gritavam.
Ela respondeu:
- Não!
Surpreendendo centenas de pessoas e com muita vergonha deu um beijo nela e se foi.
O samba rolando Sábado à noite no Salgueiro. De repente o locutor sobiu no palanque começou a falar do Juan da Seleção Brasileira de Futebol.
Disse assim:
- “ Está presente o jogador que levou 1 cartão amarelo, jogou e deu muitas alegrias para nossa seleção, o lateral Juan.”
Foi vaiado porque Juan não era lateral, era zagueiro. Com a vaia teve que se corrigir.
Mais tarde foi o momento do Mestre - sala da Mangueira. Foi o dia dos vexames. E Le sobe no palanque, pegou o microfone e começou a homenagear a mulher que tanto amava. Coloca-a no palanque, ajoelha-se aos seus pés e pergunta:
- Você quer casar comigo?
Todos gritavam.
Ela respondeu:
- Não!
Surpreendendo centenas de pessoas e com muita vergonha deu um beijo nela e se foi.
Oficina de redação (Crônica) Aluna: Talita - 1004.
O casamento
Em uma sexta-feira do ano passado aconteceu um casamento no salão de festas “Felicitá”. Um casamento lindo. Os convidados esperavam ansiosamente pela noiva.
Depois de três horas de espera chega a noiva, muito linda. O cabelo perfeito, tudo no esquema.
Chega o pai orgulhoso e entrega a filha e diz:
- Estou lhe entregando minha eterna filhinha.
- Ta.
- Eu cuidarei dela melhor que a minha vida.
O pastor começou o casamento. Aquela coisa de sempre.
Quando chegou a hora do sim. Adivinhem o que aconteceu? O noivo desmaiou. Foi uma gritaria louca, coisa de doido, mas graças a Deus deu tudo certo.
Em uma sexta-feira do ano passado aconteceu um casamento no salão de festas “Felicitá”. Um casamento lindo. Os convidados esperavam ansiosamente pela noiva.
Depois de três horas de espera chega a noiva, muito linda. O cabelo perfeito, tudo no esquema.
Chega o pai orgulhoso e entrega a filha e diz:
- Estou lhe entregando minha eterna filhinha.
- Ta.
- Eu cuidarei dela melhor que a minha vida.
O pastor começou o casamento. Aquela coisa de sempre.
Quando chegou a hora do sim. Adivinhem o que aconteceu? O noivo desmaiou. Foi uma gritaria louca, coisa de doido, mas graças a Deus deu tudo certo.
Oficina de redação. Aluna:Raiane- 1004.
A vida do jovem
A luta do jovem é muito complexa. Temos decisões na maioria das vezes erradas, que parecem certas para nós que somos imaturos. A cabeça vazia é conseqüências das nossas atitudes precipitadas. O desespero pela liberdade às vezes nos prejudica de uma forma que só o tempo e vida irão nos ensinar na forma mais difícil.
Dia o ditado:
“Se obedecemos todas as regras perdemos a diversão.”
A luta do jovem é muito complexa. Temos decisões na maioria das vezes erradas, que parecem certas para nós que somos imaturos. A cabeça vazia é conseqüências das nossas atitudes precipitadas. O desespero pela liberdade às vezes nos prejudica de uma forma que só o tempo e vida irão nos ensinar na forma mais difícil.
Dia o ditado:
“Se obedecemos todas as regras perdemos a diversão.”
Oficina de redação (Crônica) Aluna: Amanda - 1004.
Na aula de Biologia
Aula de Biologia. A professora saiu da sala. No começo os alunos estavam quietos, mas depois que terminaram os exercícios foram saindo da sala.
De repente, quando todos estavam distraídos a professora apareceu. Assustada uma aluna grita:
- Corre, corre, a professora.
Ninguém saiu do lugar.
Todos riram, inclusive a professora.
Aula de Biologia. A professora saiu da sala. No começo os alunos estavam quietos, mas depois que terminaram os exercícios foram saindo da sala.
De repente, quando todos estavam distraídos a professora apareceu. Assustada uma aluna grita:
- Corre, corre, a professora.
Ninguém saiu do lugar.
Todos riram, inclusive a professora.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Oficina de redação (Crônica) Aluna: Patric- 1004.
Espaço sagrado
Morava em um sítio que havia um espaço enorme. Muitas árvores, com frutas que se podia escolher. Havia um lugar especial ao lado do sítio; era o nosso campinho de futebol. Não era muito grande. Dava pra jogar com cinco de cada lado. Tinha um golzinho pequeno. Não havia goleiro pelo fato de o gol não ter nem um metro. Tinha um valão atrás do sítio que rodeava quase todo o bairro. (O bairro Vila Esperança)
Era um belo dia, algumas pessoas da prefeitura estavam andando pelo bairro para conhecer melhor o lugar e trabalhar melhor no plano que a prefeitura havia determinado para aquele valão (limpeza)r. Começaram a limpeza alguns dia depois.
Quando chegou na parte do sítio em que eu morava, tiraram a lama e toda a sujeira que havia no valão e jogaram na parte de trás do sítio. Conforme iam tirando, iam precisando de mais espaço. Encheram o campo de lama.
À tarde, no horário de costume do jogo de futebol as pessoas começaram a chegar, viram aquela sujeira, apenas se lamentaram. Não podiam fazer nada para impedir aquele ato da prefeitura.
Hoje em dia o lugar do nosso jogo diário está cheio de lama seca e já está crescendo o mato.
O que resta é só o lamento.
Morava em um sítio que havia um espaço enorme. Muitas árvores, com frutas que se podia escolher. Havia um lugar especial ao lado do sítio; era o nosso campinho de futebol. Não era muito grande. Dava pra jogar com cinco de cada lado. Tinha um golzinho pequeno. Não havia goleiro pelo fato de o gol não ter nem um metro. Tinha um valão atrás do sítio que rodeava quase todo o bairro. (O bairro Vila Esperança)
Era um belo dia, algumas pessoas da prefeitura estavam andando pelo bairro para conhecer melhor o lugar e trabalhar melhor no plano que a prefeitura havia determinado para aquele valão (limpeza)r. Começaram a limpeza alguns dia depois.
Quando chegou na parte do sítio em que eu morava, tiraram a lama e toda a sujeira que havia no valão e jogaram na parte de trás do sítio. Conforme iam tirando, iam precisando de mais espaço. Encheram o campo de lama.
À tarde, no horário de costume do jogo de futebol as pessoas começaram a chegar, viram aquela sujeira, apenas se lamentaram. Não podiam fazer nada para impedir aquele ato da prefeitura.
Hoje em dia o lugar do nosso jogo diário está cheio de lama seca e já está crescendo o mato.
O que resta é só o lamento.
Oficina de redação (Crônica) Aluna: Ana Carolina - 1003.
O assalto
Estava vindo para a escola. Como sempre passando meu blush até chegar ao ponto de ônibus. De repente para um homem em uma moto perto de mim e anuncia que é um assalto. Apavorada, olhei pra ele e disse:
- Moço, eu não tenho nada de valor.
Ele olhou para minha mão e viu o blush e pensou que fosse um celular. Gritou assim:
- Me dê isso agora!
Nervosa, disse:
-Não moço, não leve o meu blush. Por favor!
Ele viu que era uma maquiagem e não fez questão de levar, mas pediu que eu abrisse a mochila.
Abri a mochila e acabei dando o meu celular que estava ruim. Dei assim mesmo, como estava ruim não estava ligando. É claro que disse que estava descarregado. Não queria correr o risco de morrer ali mesmo.
Enfim, depois mandou que eu fosse embora sem olhar para trás.
Nervosa, fiquei com medo de ele me matar. Fui embora.
Estava vindo para a escola. Como sempre passando meu blush até chegar ao ponto de ônibus. De repente para um homem em uma moto perto de mim e anuncia que é um assalto. Apavorada, olhei pra ele e disse:
- Moço, eu não tenho nada de valor.
Ele olhou para minha mão e viu o blush e pensou que fosse um celular. Gritou assim:
- Me dê isso agora!
Nervosa, disse:
-Não moço, não leve o meu blush. Por favor!
Ele viu que era uma maquiagem e não fez questão de levar, mas pediu que eu abrisse a mochila.
Abri a mochila e acabei dando o meu celular que estava ruim. Dei assim mesmo, como estava ruim não estava ligando. É claro que disse que estava descarregado. Não queria correr o risco de morrer ali mesmo.
Enfim, depois mandou que eu fosse embora sem olhar para trás.
Nervosa, fiquei com medo de ele me matar. Fui embora.
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