ROTEIRO DE ATIVIDADES Tema: Geração Y
Apresentação de o filme: Os Agentes do Destino.
•Objetivo: Falar sobre os sistemas, as configurações sociais, o domínio, etc.
Sinopse:
À beira de conseguir um lugar no Senado dos Estados Unidos, o político ambicioso David Norris conhece a linda dançarina de balé contemporâneo, Elise Sellas, uma mulher que ninguém nunca viu. Mas quando ele percebe que está se apaixonando por ela, uns homens misteriosos conspiram para mantê-los longe. David percebe que está contra os agentes do destino, os Agentes do Destino, que farão tudo o que está nas mãos deles para impedir que David e Elise fiquem juntos. Na tentativa de oprimir coisas estranhas, ele deve bem deixá-la ir ou aceitar um caminho predeterminado… ou talvez arriscar tudo para desafiar o destino e estar com ela
Data: 08/08/2011
Vídeo: Admirável Chip Novo
•Objetivo: Seguir a linha de raciocínio que o filme apresentou.
Pane no sistema, alguém me desconfigurou
Aonde estão meus olhos de robô?
Eu não sabia, eu não tinha percebido
Eu sempre achei que era vivo
Parafuso e fluído em lugar de articulação
Até achava que aqui batia um coração
Nada é orgânico, é tudo programado
E eu achando que tinha me libertado
Mas lá vem eles novamente
E eu sei o que vão fazer:
Reinstalar o sistema
Pense, fale, compre, beba
Leia, vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga
Tenha, more, gaste e viva
Pense, fale, compre, beba
Leia, vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga...
Não senhor, Sim senhor
Trabalho com a tira e a propaganda.
Questões propostas: (trabalho do bimestre)
Fazer resumo do filme e responder às questões propostas.
1. Qual é o nome do filme?
2. O que esse nome representa na trama?
3. Você acredita no destino, por quê?
4. No filme, o que significa reiniciar?
5. Qual é a mensagem que o filme apresenta?
6. Qual é o plano?
7. O que é livre arbítrio?
8. Qual era a chave (código)
9. Quem é o cabeça?
10. Qual é a crítica feita à sociedade?
11. Qual é a relação entre o filme e a música da Pity?
12. Qual é a função do amor no” sistema”?
http://www.youtube.com/watch?v=RyDl9TqOIeA&feature=feedwll
terça-feira, 9 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
oficina de redação, Alda Catherine
A barca
Em um belo dia Cathe, Carol, Vinicius e Soniele foram viajar, pois eles queriam conhecer melhor as cidades. Eles foram para a Bahia para andar de barca, conhecer a cidade e tudo mais... Em uma sexta-feira eles resolveram andar de barca, estavam conhecendo os pontos turísticos. Muitas ilhas.
A barca bateu em uma rocha muito grande e parou. não quis mais funcionar. Estávamos em alto mar. Cathe começou a ficar desesperada, pois Vinicius tinha se machucado com a batida, Carol gritava muito:
- Socorro socorro!
Soniele procurava na barca alguma coisa para ajudar Vinicius, até que ela encontrou uma lâmpada mágica. Podia fazer 3 pedidos. O 1° foi para que achassem uma ilha, o 2° foi para Vinicius ficar bem e o 3° ela ...
Quando olhou para o lado deu um grito muito grande.
- AAAAAAAAH
Era um sonho, ela acordou.
Em um belo dia Cathe, Carol, Vinicius e Soniele foram viajar, pois eles queriam conhecer melhor as cidades. Eles foram para a Bahia para andar de barca, conhecer a cidade e tudo mais... Em uma sexta-feira eles resolveram andar de barca, estavam conhecendo os pontos turísticos. Muitas ilhas.
A barca bateu em uma rocha muito grande e parou. não quis mais funcionar. Estávamos em alto mar. Cathe começou a ficar desesperada, pois Vinicius tinha se machucado com a batida, Carol gritava muito:
- Socorro socorro!
Soniele procurava na barca alguma coisa para ajudar Vinicius, até que ela encontrou uma lâmpada mágica. Podia fazer 3 pedidos. O 1° foi para que achassem uma ilha, o 2° foi para Vinicius ficar bem e o 3° ela ...
Quando olhou para o lado deu um grito muito grande.
- AAAAAAAAH
Era um sonho, ela acordou.
Oficina de redação, Caroline Soares
Uma viagem inesquecível
No dia 24 de setembro era meu aniversário. Ganhei de presente uma viagem de navio pra uma ilha muito perfeita, o lugar mais bonito da cidade de Moscou. Mas, chegando perto da ilha aconteceu um desastre, o navio naufragou. Entrei em desespero e todos os que estavam no navio também, estávamos tentando nos salvar, foi quando avistei uma coisa reluzente. Conforme o sol batia, ela brilhava. Curioso, fui ver o que era. Para minha surpresa era uma lâmpada mágica. Fiquei feliz, pois ela poderia me salvar. Esfreguei-a e dela saiu um gênio que me concedeu 3 pedidos. Meu 1° pedido foi um barco novo para me salvar e salvas os outros que estavam no navio, o 2° pedido foi amar e ser amada por todos que me querem bem e o 3° foi que todos ao meu redor fossem felizes.
Conseguimos nos salvar.
Esse meu aniversário não foi o melhor e sim o mais inesquecível.
Chegando em casa fui correndo contar o acontecido para meus pais. Eles ficaram preocupados e bem tristes, pois insistiram pra eu ir.
No dia 24 de setembro era meu aniversário. Ganhei de presente uma viagem de navio pra uma ilha muito perfeita, o lugar mais bonito da cidade de Moscou. Mas, chegando perto da ilha aconteceu um desastre, o navio naufragou. Entrei em desespero e todos os que estavam no navio também, estávamos tentando nos salvar, foi quando avistei uma coisa reluzente. Conforme o sol batia, ela brilhava. Curioso, fui ver o que era. Para minha surpresa era uma lâmpada mágica. Fiquei feliz, pois ela poderia me salvar. Esfreguei-a e dela saiu um gênio que me concedeu 3 pedidos. Meu 1° pedido foi um barco novo para me salvar e salvas os outros que estavam no navio, o 2° pedido foi amar e ser amada por todos que me querem bem e o 3° foi que todos ao meu redor fossem felizes.
Conseguimos nos salvar.
Esse meu aniversário não foi o melhor e sim o mais inesquecível.
Chegando em casa fui correndo contar o acontecido para meus pais. Eles ficaram preocupados e bem tristes, pois insistiram pra eu ir.
Oficina de redação, Ana Carolina
Uma inesquecível viagem
Em um belo dia, no ano de 2009 uma família super feliz resolveram viajar para um lugar super legal, eles foram viajar de navio para que todos pudessem descansar e se divertir. De repente começou a chover e ventar muito. Daniele que era a irmã da Carol estava super nervosa querendo se matar por que o navio estava afundando então Carol disse: _ Não, não faça isso, olha lá uma ilha vamos todos nadar até cegar lá.
Foram todos nadando até chegar na ilha, lá Carol encontrou uma lâmpada que parecia a do Aladim.
Vamos fazer 3 pedidos, disse Carol!
Já que estamos aqui sem comida vou pedir alimentos.
Daniele disse:
_ Eu vou pedir para irmos para casa.
Carol disse:
_ Quero ser rica !!!
Então todos os pedidos se realizaram e todos ficaram felizes e a Carol mais ainda!
Em um belo dia, no ano de 2009 uma família super feliz resolveram viajar para um lugar super legal, eles foram viajar de navio para que todos pudessem descansar e se divertir. De repente começou a chover e ventar muito. Daniele que era a irmã da Carol estava super nervosa querendo se matar por que o navio estava afundando então Carol disse: _ Não, não faça isso, olha lá uma ilha vamos todos nadar até cegar lá.
Foram todos nadando até chegar na ilha, lá Carol encontrou uma lâmpada que parecia a do Aladim.
Vamos fazer 3 pedidos, disse Carol!
Já que estamos aqui sem comida vou pedir alimentos.
Daniele disse:
_ Eu vou pedir para irmos para casa.
Carol disse:
_ Quero ser rica !!!
Então todos os pedidos se realizaram e todos ficaram felizes e a Carol mais ainda!
Oficina de redação, Quelly Rangel
Uma família e uma viagem
Em um belo dia de 15 de novembro de 1997, numa cidade chamada Nova York uma família decidiu ir viajar para um lugar que se chamava Miami que precisava usar navio.
Então saíram em viagem, no meio do caminho, começou o chover. A chuva cada vez mais ia aumentando e ventando. De repente o navio começou a balançar pro lado e pro outro. Toda a família ficou desesperada. Quando eles já estavam quase afundando encontraram uma ilha. Enterrado na areia da ilha tinha uma lâmpada mágica e logo eles exclamaram: Muito obrigado meu Deus achamos a solução!
Deram um jeito, saíram do navio e pegaram a lâmpada e fizeram 3 pedidos; o 1° desejo foi que parasse a tempestade, o 2° desejo foi que trouxesse outro barco, pois o deles estava quebrado, o 3° foi que os levassem ao lugar desejado, ou seja, em Miami.
Seus desejos foram todos realizados e eles foram felizes seguindo a viagem, sem ocorrer nenhum outro náufrago.
Em um belo dia de 15 de novembro de 1997, numa cidade chamada Nova York uma família decidiu ir viajar para um lugar que se chamava Miami que precisava usar navio.
Então saíram em viagem, no meio do caminho, começou o chover. A chuva cada vez mais ia aumentando e ventando. De repente o navio começou a balançar pro lado e pro outro. Toda a família ficou desesperada. Quando eles já estavam quase afundando encontraram uma ilha. Enterrado na areia da ilha tinha uma lâmpada mágica e logo eles exclamaram: Muito obrigado meu Deus achamos a solução!
Deram um jeito, saíram do navio e pegaram a lâmpada e fizeram 3 pedidos; o 1° desejo foi que parasse a tempestade, o 2° desejo foi que trouxesse outro barco, pois o deles estava quebrado, o 3° foi que os levassem ao lugar desejado, ou seja, em Miami.
Seus desejos foram todos realizados e eles foram felizes seguindo a viagem, sem ocorrer nenhum outro náufrago.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Oficina de redação (Crônica) Aluna: Camila - 1004.
O ônibus
Em um sábado, eu, meu namorado e dois amigos, Thainá e Gerson resolvemos ir a cachoeira.
Encontramos-nos e fomos. Na hora da vinda havia vários ônibus estacionados. O Gerson nos convidou para irmos para o ônibus que ele estava acostumado viajar. Sempre que ia a cachoeira viajava com aquele motorista. Concordamos e entramos no veículo, mas esquecemos de ver o destino. Fomos parar em um lugar estranho. Sorte que tínhamos dinheiro para pegar outro ônibus. O certo, dessa vez.
Em um sábado, eu, meu namorado e dois amigos, Thainá e Gerson resolvemos ir a cachoeira.
Encontramos-nos e fomos. Na hora da vinda havia vários ônibus estacionados. O Gerson nos convidou para irmos para o ônibus que ele estava acostumado viajar. Sempre que ia a cachoeira viajava com aquele motorista. Concordamos e entramos no veículo, mas esquecemos de ver o destino. Fomos parar em um lugar estranho. Sorte que tínhamos dinheiro para pegar outro ônibus. O certo, dessa vez.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Oficina de redação (Crônica) Aluna: Elisângela - 1004.
Desenho nas nuvens
Um menino resolveu ajudar a avó estender roupa. Não sabia que era tão cansativo esticar os braços para estender tanta roupa. Quando terminou, deitou na grama, embaixo de uma árvore para descansar.
Olhava p céu e percebia que as nuvens formavam desenhos de instante em instante. Eram desenhos diversos, mas um lhe chamou a atenção. Parecia familiar, comentou com a vó.
_ Vó, aquela nuvem parece um rosto.
-Onde?
Ali, vó, a maior que está em nossa direção.
-Ah, sim. O que tem? Parece um rosto lindo.
_É, está olhando para a gente.
- Deve ser Deus.
- Não, vó, é um rosto feminino.
- Então é a mãe de Jesus.
- Não, vó. Jesus não tem mãe.
- Como você sabe?
- Porque eu acho que ele não tem mãe.
- Todos nós temos mãe, até Jesus.
OHHHHHHHHHHHH!
- Que isso menino? Que grito foi esse?
- A minha mãe, ela está sempre olhando pra mim.
Eu não disse. Sempre falei pra você que sua mãe estava no céu olhando pra você.
Um menino resolveu ajudar a avó estender roupa. Não sabia que era tão cansativo esticar os braços para estender tanta roupa. Quando terminou, deitou na grama, embaixo de uma árvore para descansar.
Olhava p céu e percebia que as nuvens formavam desenhos de instante em instante. Eram desenhos diversos, mas um lhe chamou a atenção. Parecia familiar, comentou com a vó.
_ Vó, aquela nuvem parece um rosto.
-Onde?
Ali, vó, a maior que está em nossa direção.
-Ah, sim. O que tem? Parece um rosto lindo.
_É, está olhando para a gente.
- Deve ser Deus.
- Não, vó, é um rosto feminino.
- Então é a mãe de Jesus.
- Não, vó. Jesus não tem mãe.
- Como você sabe?
- Porque eu acho que ele não tem mãe.
- Todos nós temos mãe, até Jesus.
OHHHHHHHHHHHH!
- Que isso menino? Que grito foi esse?
- A minha mãe, ela está sempre olhando pra mim.
Eu não disse. Sempre falei pra você que sua mãe estava no céu olhando pra você.
Oficina de redação (Crônica) Aluna: Eliezer - 1004.
Matei por amor
Kenny era um grande modelo francês conhecido no mundo por sua grande beleza.
Ele era casado com Ashey, uma grande estilista muito famosa.
Ashey era uma mulher ciumenta e possessiva. Tudo isso porque Kenny era muito cobiçado por todas as mulheres por causa de sua beleza.
Ashey viajou para os Estados Unidos para criar um vestido para a mulher do Presidente. Kenny ficou em Paris para participar de um grande desfile.
O que Krnny não podia imaginar que um velho grande amor de sua adolescência estaria lá.
KLady era modelo e veio do Brasil em busca de fama e sucesso.
Kenny, quando viu Lady ficou muito feliz por te encontrado sua velha paixão.
Jady já estava casada. Kenny começou a conversar com ela.Decidiu voltar ao Brasil para buscar seu filho e marido para morar em frança.
Um paparazzi flagrou um abraço de Lady e Kenny.
Quando Ashey viu a foto nos jornais, voltou imediatamente.
Ashey e Kenny tiveram uma brande briga. Ela pega a arma atira e mata-o.
Ashey foi presa e ao ser interrogada disse:
_ Ele era meu! S´o matei porque ele era meu eterno amor.
O mundo sofreu com a morte de Kenny, principalmente Lady.
Amar não quer dizer que você é dono do outro, mas dim do amor que ela sente por você.
Agir sem pensar nos traz conseqüências terríveis
Kenny era um grande modelo francês conhecido no mundo por sua grande beleza.
Ele era casado com Ashey, uma grande estilista muito famosa.
Ashey era uma mulher ciumenta e possessiva. Tudo isso porque Kenny era muito cobiçado por todas as mulheres por causa de sua beleza.
Ashey viajou para os Estados Unidos para criar um vestido para a mulher do Presidente. Kenny ficou em Paris para participar de um grande desfile.
O que Krnny não podia imaginar que um velho grande amor de sua adolescência estaria lá.
KLady era modelo e veio do Brasil em busca de fama e sucesso.
Kenny, quando viu Lady ficou muito feliz por te encontrado sua velha paixão.
Jady já estava casada. Kenny começou a conversar com ela.Decidiu voltar ao Brasil para buscar seu filho e marido para morar em frança.
Um paparazzi flagrou um abraço de Lady e Kenny.
Quando Ashey viu a foto nos jornais, voltou imediatamente.
Ashey e Kenny tiveram uma brande briga. Ela pega a arma atira e mata-o.
Ashey foi presa e ao ser interrogada disse:
_ Ele era meu! S´o matei porque ele era meu eterno amor.
O mundo sofreu com a morte de Kenny, principalmente Lady.
Amar não quer dizer que você é dono do outro, mas dim do amor que ela sente por você.
Agir sem pensar nos traz conseqüências terríveis
domingo, 15 de agosto de 2010
Oficina de redação (Crônica) Aluno: Eduardo - 1004.
Uma noite no Salgueiro
O samba rolando Sábado à noite no Salgueiro. De repente o locutor sobiu no palanque começou a falar do Juan da Seleção Brasileira de Futebol.
Disse assim:
- “ Está presente o jogador que levou 1 cartão amarelo, jogou e deu muitas alegrias para nossa seleção, o lateral Juan.”
Foi vaiado porque Juan não era lateral, era zagueiro. Com a vaia teve que se corrigir.
Mais tarde foi o momento do Mestre - sala da Mangueira. Foi o dia dos vexames. E Le sobe no palanque, pegou o microfone e começou a homenagear a mulher que tanto amava. Coloca-a no palanque, ajoelha-se aos seus pés e pergunta:
- Você quer casar comigo?
Todos gritavam.
Ela respondeu:
- Não!
Surpreendendo centenas de pessoas e com muita vergonha deu um beijo nela e se foi.
O samba rolando Sábado à noite no Salgueiro. De repente o locutor sobiu no palanque começou a falar do Juan da Seleção Brasileira de Futebol.
Disse assim:
- “ Está presente o jogador que levou 1 cartão amarelo, jogou e deu muitas alegrias para nossa seleção, o lateral Juan.”
Foi vaiado porque Juan não era lateral, era zagueiro. Com a vaia teve que se corrigir.
Mais tarde foi o momento do Mestre - sala da Mangueira. Foi o dia dos vexames. E Le sobe no palanque, pegou o microfone e começou a homenagear a mulher que tanto amava. Coloca-a no palanque, ajoelha-se aos seus pés e pergunta:
- Você quer casar comigo?
Todos gritavam.
Ela respondeu:
- Não!
Surpreendendo centenas de pessoas e com muita vergonha deu um beijo nela e se foi.
Oficina de redação (Crônica) Aluna: Talita - 1004.
O casamento
Em uma sexta-feira do ano passado aconteceu um casamento no salão de festas “Felicitá”. Um casamento lindo. Os convidados esperavam ansiosamente pela noiva.
Depois de três horas de espera chega a noiva, muito linda. O cabelo perfeito, tudo no esquema.
Chega o pai orgulhoso e entrega a filha e diz:
- Estou lhe entregando minha eterna filhinha.
- Ta.
- Eu cuidarei dela melhor que a minha vida.
O pastor começou o casamento. Aquela coisa de sempre.
Quando chegou a hora do sim. Adivinhem o que aconteceu? O noivo desmaiou. Foi uma gritaria louca, coisa de doido, mas graças a Deus deu tudo certo.
Em uma sexta-feira do ano passado aconteceu um casamento no salão de festas “Felicitá”. Um casamento lindo. Os convidados esperavam ansiosamente pela noiva.
Depois de três horas de espera chega a noiva, muito linda. O cabelo perfeito, tudo no esquema.
Chega o pai orgulhoso e entrega a filha e diz:
- Estou lhe entregando minha eterna filhinha.
- Ta.
- Eu cuidarei dela melhor que a minha vida.
O pastor começou o casamento. Aquela coisa de sempre.
Quando chegou a hora do sim. Adivinhem o que aconteceu? O noivo desmaiou. Foi uma gritaria louca, coisa de doido, mas graças a Deus deu tudo certo.
Oficina de redação. Aluna:Raiane- 1004.
A vida do jovem
A luta do jovem é muito complexa. Temos decisões na maioria das vezes erradas, que parecem certas para nós que somos imaturos. A cabeça vazia é conseqüências das nossas atitudes precipitadas. O desespero pela liberdade às vezes nos prejudica de uma forma que só o tempo e vida irão nos ensinar na forma mais difícil.
Dia o ditado:
“Se obedecemos todas as regras perdemos a diversão.”
A luta do jovem é muito complexa. Temos decisões na maioria das vezes erradas, que parecem certas para nós que somos imaturos. A cabeça vazia é conseqüências das nossas atitudes precipitadas. O desespero pela liberdade às vezes nos prejudica de uma forma que só o tempo e vida irão nos ensinar na forma mais difícil.
Dia o ditado:
“Se obedecemos todas as regras perdemos a diversão.”
Oficina de redação (Crônica) Aluna: Amanda - 1004.
Na aula de Biologia
Aula de Biologia. A professora saiu da sala. No começo os alunos estavam quietos, mas depois que terminaram os exercícios foram saindo da sala.
De repente, quando todos estavam distraídos a professora apareceu. Assustada uma aluna grita:
- Corre, corre, a professora.
Ninguém saiu do lugar.
Todos riram, inclusive a professora.
Aula de Biologia. A professora saiu da sala. No começo os alunos estavam quietos, mas depois que terminaram os exercícios foram saindo da sala.
De repente, quando todos estavam distraídos a professora apareceu. Assustada uma aluna grita:
- Corre, corre, a professora.
Ninguém saiu do lugar.
Todos riram, inclusive a professora.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Oficina de redação (Crônica) Aluna: Patric- 1004.
Espaço sagrado
Morava em um sítio que havia um espaço enorme. Muitas árvores, com frutas que se podia escolher. Havia um lugar especial ao lado do sítio; era o nosso campinho de futebol. Não era muito grande. Dava pra jogar com cinco de cada lado. Tinha um golzinho pequeno. Não havia goleiro pelo fato de o gol não ter nem um metro. Tinha um valão atrás do sítio que rodeava quase todo o bairro. (O bairro Vila Esperança)
Era um belo dia, algumas pessoas da prefeitura estavam andando pelo bairro para conhecer melhor o lugar e trabalhar melhor no plano que a prefeitura havia determinado para aquele valão (limpeza)r. Começaram a limpeza alguns dia depois.
Quando chegou na parte do sítio em que eu morava, tiraram a lama e toda a sujeira que havia no valão e jogaram na parte de trás do sítio. Conforme iam tirando, iam precisando de mais espaço. Encheram o campo de lama.
À tarde, no horário de costume do jogo de futebol as pessoas começaram a chegar, viram aquela sujeira, apenas se lamentaram. Não podiam fazer nada para impedir aquele ato da prefeitura.
Hoje em dia o lugar do nosso jogo diário está cheio de lama seca e já está crescendo o mato.
O que resta é só o lamento.
Morava em um sítio que havia um espaço enorme. Muitas árvores, com frutas que se podia escolher. Havia um lugar especial ao lado do sítio; era o nosso campinho de futebol. Não era muito grande. Dava pra jogar com cinco de cada lado. Tinha um golzinho pequeno. Não havia goleiro pelo fato de o gol não ter nem um metro. Tinha um valão atrás do sítio que rodeava quase todo o bairro. (O bairro Vila Esperança)
Era um belo dia, algumas pessoas da prefeitura estavam andando pelo bairro para conhecer melhor o lugar e trabalhar melhor no plano que a prefeitura havia determinado para aquele valão (limpeza)r. Começaram a limpeza alguns dia depois.
Quando chegou na parte do sítio em que eu morava, tiraram a lama e toda a sujeira que havia no valão e jogaram na parte de trás do sítio. Conforme iam tirando, iam precisando de mais espaço. Encheram o campo de lama.
À tarde, no horário de costume do jogo de futebol as pessoas começaram a chegar, viram aquela sujeira, apenas se lamentaram. Não podiam fazer nada para impedir aquele ato da prefeitura.
Hoje em dia o lugar do nosso jogo diário está cheio de lama seca e já está crescendo o mato.
O que resta é só o lamento.
Oficina de redação (Crônica) Aluna: Ana Carolina - 1003.
O assalto
Estava vindo para a escola. Como sempre passando meu blush até chegar ao ponto de ônibus. De repente para um homem em uma moto perto de mim e anuncia que é um assalto. Apavorada, olhei pra ele e disse:
- Moço, eu não tenho nada de valor.
Ele olhou para minha mão e viu o blush e pensou que fosse um celular. Gritou assim:
- Me dê isso agora!
Nervosa, disse:
-Não moço, não leve o meu blush. Por favor!
Ele viu que era uma maquiagem e não fez questão de levar, mas pediu que eu abrisse a mochila.
Abri a mochila e acabei dando o meu celular que estava ruim. Dei assim mesmo, como estava ruim não estava ligando. É claro que disse que estava descarregado. Não queria correr o risco de morrer ali mesmo.
Enfim, depois mandou que eu fosse embora sem olhar para trás.
Nervosa, fiquei com medo de ele me matar. Fui embora.
Estava vindo para a escola. Como sempre passando meu blush até chegar ao ponto de ônibus. De repente para um homem em uma moto perto de mim e anuncia que é um assalto. Apavorada, olhei pra ele e disse:
- Moço, eu não tenho nada de valor.
Ele olhou para minha mão e viu o blush e pensou que fosse um celular. Gritou assim:
- Me dê isso agora!
Nervosa, disse:
-Não moço, não leve o meu blush. Por favor!
Ele viu que era uma maquiagem e não fez questão de levar, mas pediu que eu abrisse a mochila.
Abri a mochila e acabei dando o meu celular que estava ruim. Dei assim mesmo, como estava ruim não estava ligando. É claro que disse que estava descarregado. Não queria correr o risco de morrer ali mesmo.
Enfim, depois mandou que eu fosse embora sem olhar para trás.
Nervosa, fiquei com medo de ele me matar. Fui embora.
Oficina de redação (Crônica) Aluna: Rafaela Adriano - 1003.
Um belo telefonema
Um dia sem nada pra fazer em casa, estava deitada no sofá vendo malhação.
Do nada o telefone toca. Estava com muita preguiça de me levantar para atender ao telefonema, mas não tinha ninguém em casa. O telefone toucou, tocou, tocou. Zanguei-me , levantei do sofá e atendi. Foi quando uma mulher falou:
- Olá! Posso falar com a responsável pela casa.
Respondi:
- No momento não tem ninguém, posso ajudar?
Ela começou a falar, mas era gaga. Desse jeito fica difícil de entender. Disse algumas coisas que até hoje não consegui entender. Só sei que a tudo que perguntava eu dizia:
- “Hum rum”.
- Você já roubou?
- “Hum rum”
- Você já mentiu pra sua mãe?
- “Hum rum”
- Menina!
Foi a única coisa que consegui entender.
- O quê?
Então ela passou a falar normalmente.
- Muito bom saber disso Rafaela! Quando eu chegar em casa vamos ter uma conversinha.
Era a minha mãe!
Um dia sem nada pra fazer em casa, estava deitada no sofá vendo malhação.
Do nada o telefone toca. Estava com muita preguiça de me levantar para atender ao telefonema, mas não tinha ninguém em casa. O telefone toucou, tocou, tocou. Zanguei-me , levantei do sofá e atendi. Foi quando uma mulher falou:
- Olá! Posso falar com a responsável pela casa.
Respondi:
- No momento não tem ninguém, posso ajudar?
Ela começou a falar, mas era gaga. Desse jeito fica difícil de entender. Disse algumas coisas que até hoje não consegui entender. Só sei que a tudo que perguntava eu dizia:
- “Hum rum”.
- Você já roubou?
- “Hum rum”
- Você já mentiu pra sua mãe?
- “Hum rum”
- Menina!
Foi a única coisa que consegui entender.
- O quê?
Então ela passou a falar normalmente.
- Muito bom saber disso Rafaela! Quando eu chegar em casa vamos ter uma conversinha.
Era a minha mãe!
Oficina de redação (texto teatral escrito) Sara, Ariane, Arthur, Nathalha, Élida
O encontro do grupo jovem
Sentada em um banco, perto da escola, Nicole faz seu lanche. Ouve-se o sinal do encontro do grupo jovem. Kaio sai correndo, tropeça e sua pasta cai.
KAIO
Droga! Atrasado de novo!
NICKOLE
Dia!
KAIO
Dia
NICKOLE
O que houve?
KAIO
O que houve? O que houve? Estamos atrasados para o encontro de jovens, é isso!
NICKOLE
Ah... é!
KAIO
Vamos, anda depressa que ainda dá tempo!
NICKOLE
Não vou, não.
KAIO
E por quê não?
NICKOLE
É que sempre espero aqui pela Punk ou ela espera por mim. Uma espera a outra. Quem chega primeiro espera. Estou aqui e punk não está. Ela ainda vem. Tenho que esperar por ela.
(O sinal do encontro do grupo bate pela segunda vez)
KAIO
Olha em que deu sua bobagem! Que droga! Atrasado de novo! Eu sempre chego atrasado. Anda vamos logo! (Sai, mas volta para apanhar sua pasta no chão.)
NICKOLE
Por que, se eu tenho que esperar a Punk. Claro que ela vem. Foi o que combinamos. E se a gente combina uma coisa tem que fazer o que combinou!
KAIO
Garota, o encontro do grupo jovem já vai começar!
NICKOLE
O que eu posso fazer? Se a gente esperar uns minutinhos chega agora e se sairmos correndo agora chega atrasado do mesmo jeito. Então a gente pode esperar mais uns cinco minutinhos.
(PUNK passa correndo pelo kaio que a segura pelo braço)
KAIO
Bom dia!
PUNK
Dia! Ei! Que é que vocês estão fazendo aqui?
NICKOLE
KAIO
Esperando por você.
NIC KOLE
Foi o que combinamos.
PUNK
Oooh.. é? Es esqueci do encontro. Andem! Vamos logo! (Vão saindo)
KAIO
O encontro já começou.
PUNK
O quê? Então já tocou ?
KAIO
Há muito tempo!
PUNK
Olha aí! Então vamos logo!
NICKOLE
Eu não. Estou sem vontade. Agora a gente pode ficar.
PUNK
Assim chegamos tarde demais. Cantarolando. He, He, He chegamos tarde demais. He, He, He chegamos tarde demais. He, He, He chegamos tarde demais.
KAIO
Será que você está achando graça nisso?
PUNK
Claro! Você não!
KAIO
Não dá para achar graça.
NICKOLE
É tãããão engraçado! Também não acho.
PUNK
Pois eu acho. Se a gente chegar muito tarde no encontro irão reclamar, é claro. (imitando) (“Ah ... mas que interessante! De onde é que vocês estão vindo a esta hora? ) Muito interessante (tom amável) É lá de fora que eu estou vindo agora.
COORDENADORA DO TRABALHO
Vejam! E ainda vem com atrevimentos. Muito interessante! Para o canto de castigo!
PUNK (Fazer caras e bocas.)
KAIO
È. E tenho que ficar sentado de castigo depois do encontro.
PUNK
Ora, nós também! Será que você está com medo? Bater é que ninguém pode no encontro.
KAIO
Mas em casa se eu chego atrasado no encontro eles entregam um bilhete a meu pai.Andem vamos agora.
PUNK (detendo Kaio)
Diga uma coisa: seus pais lhe batem mesmo?
KAIO
Ora, claro!
PUNK
Mesmo?!
KAIO
É ... quero dizer ... Ora, ele fica brigando que é um horror.
PUNK
Será que a gente fica gritando assim como eles?
KAIO
Bem. Você sim, mas o que é que a gente vai fazer contra os pais da gente? ... Ora, vamos logo Nickole.
PUNK
Sabem de uma coisa? Depois do encontro a gente inventa alguma coisa para fazer com os pais. Ficar assim é que não dá, mesmo!
( Kaio e Punk vão saindo, ouvem Nickole rindo e se voltam)
KAIO
Por que é que está rindo assim? (Nockole continua rindo)
PUNK
Ih, diga logo!
Nickole (continua rindo) Você diz que vai pro canto e faz assim com a borá... (imita Punk)
PUNK
E daí?
NICKOLE
Eu acho engraçado, tenho que rir.
KAIO
Tá ficando biruta é? Anda logo, senão vamos ficar de castigo a tarde toda!
PUNK
Ei, vamos ver quem chega primeiro! (os dois sem correndo)
NICKOLE (Ainda achando graça) Fazer assim com a boca ... ( segue os colegar)
Sentada em um banco, perto da escola, Nicole faz seu lanche. Ouve-se o sinal do encontro do grupo jovem. Kaio sai correndo, tropeça e sua pasta cai.
KAIO
Droga! Atrasado de novo!
NICKOLE
Dia!
KAIO
Dia
NICKOLE
O que houve?
KAIO
O que houve? O que houve? Estamos atrasados para o encontro de jovens, é isso!
NICKOLE
Ah... é!
KAIO
Vamos, anda depressa que ainda dá tempo!
NICKOLE
Não vou, não.
KAIO
E por quê não?
NICKOLE
É que sempre espero aqui pela Punk ou ela espera por mim. Uma espera a outra. Quem chega primeiro espera. Estou aqui e punk não está. Ela ainda vem. Tenho que esperar por ela.
(O sinal do encontro do grupo bate pela segunda vez)
KAIO
Olha em que deu sua bobagem! Que droga! Atrasado de novo! Eu sempre chego atrasado. Anda vamos logo! (Sai, mas volta para apanhar sua pasta no chão.)
NICKOLE
Por que, se eu tenho que esperar a Punk. Claro que ela vem. Foi o que combinamos. E se a gente combina uma coisa tem que fazer o que combinou!
KAIO
Garota, o encontro do grupo jovem já vai começar!
NICKOLE
O que eu posso fazer? Se a gente esperar uns minutinhos chega agora e se sairmos correndo agora chega atrasado do mesmo jeito. Então a gente pode esperar mais uns cinco minutinhos.
(PUNK passa correndo pelo kaio que a segura pelo braço)
KAIO
Bom dia!
PUNK
Dia! Ei! Que é que vocês estão fazendo aqui?
NICKOLE
KAIO
Esperando por você.
NIC KOLE
Foi o que combinamos.
PUNK
Oooh.. é? Es esqueci do encontro. Andem! Vamos logo! (Vão saindo)
KAIO
O encontro já começou.
PUNK
O quê? Então já tocou ?
KAIO
Há muito tempo!
PUNK
Olha aí! Então vamos logo!
NICKOLE
Eu não. Estou sem vontade. Agora a gente pode ficar.
PUNK
Assim chegamos tarde demais. Cantarolando. He, He, He chegamos tarde demais. He, He, He chegamos tarde demais. He, He, He chegamos tarde demais.
KAIO
Será que você está achando graça nisso?
PUNK
Claro! Você não!
KAIO
Não dá para achar graça.
NICKOLE
É tãããão engraçado! Também não acho.
PUNK
Pois eu acho. Se a gente chegar muito tarde no encontro irão reclamar, é claro. (imitando) (“Ah ... mas que interessante! De onde é que vocês estão vindo a esta hora? ) Muito interessante (tom amável) É lá de fora que eu estou vindo agora.
COORDENADORA DO TRABALHO
Vejam! E ainda vem com atrevimentos. Muito interessante! Para o canto de castigo!
PUNK (Fazer caras e bocas.)
KAIO
È. E tenho que ficar sentado de castigo depois do encontro.
PUNK
Ora, nós também! Será que você está com medo? Bater é que ninguém pode no encontro.
KAIO
Mas em casa se eu chego atrasado no encontro eles entregam um bilhete a meu pai.Andem vamos agora.
PUNK (detendo Kaio)
Diga uma coisa: seus pais lhe batem mesmo?
KAIO
Ora, claro!
PUNK
Mesmo?!
KAIO
É ... quero dizer ... Ora, ele fica brigando que é um horror.
PUNK
Será que a gente fica gritando assim como eles?
KAIO
Bem. Você sim, mas o que é que a gente vai fazer contra os pais da gente? ... Ora, vamos logo Nickole.
PUNK
Sabem de uma coisa? Depois do encontro a gente inventa alguma coisa para fazer com os pais. Ficar assim é que não dá, mesmo!
( Kaio e Punk vão saindo, ouvem Nickole rindo e se voltam)
KAIO
Por que é que está rindo assim? (Nockole continua rindo)
PUNK
Ih, diga logo!
Nickole (continua rindo) Você diz que vai pro canto e faz assim com a borá... (imita Punk)
PUNK
E daí?
NICKOLE
Eu acho engraçado, tenho que rir.
KAIO
Tá ficando biruta é? Anda logo, senão vamos ficar de castigo a tarde toda!
PUNK
Ei, vamos ver quem chega primeiro! (os dois sem correndo)
NICKOLE (Ainda achando graça) Fazer assim com a boca ... ( segue os colegar)
domingo, 6 de junho de 2010
Oficina de redação (texto teatral escrito) Alunos: Caroline , Marcelo e Rafaela 1003.
Texto teatral
Personagens: Maria (desempregada), Amiga de Maria (confidente de Maria)
Lugar: ponto de ônibus
Horário Tarde fria.
MARIA
(Maria sai do trabalho, foi para o ponto de ônibus. Estava triste por ter sido demitida.Encontra uma amiga.)
Hoje meu dia não foi muito bom amiga.
AMIGA
Por que Maria?
MARIA
Acabaram de me demitir do trabalho. Estou muito chateada. Era o meu único meio de sustento.
AMIGA
Sinto muito, Maria. Há algum jeito de ajudar com alguma coisa?
MARIA
Sim, caso apareça algum emprego você me avisa.
NARRADOR
A amiga de Maria entra no ônibus e vai embora triste com a situação.
Personagens: Maria (desempregada), Amiga de Maria (confidente de Maria)
Lugar: ponto de ônibus
Horário Tarde fria.
MARIA
(Maria sai do trabalho, foi para o ponto de ônibus. Estava triste por ter sido demitida.Encontra uma amiga.)
Hoje meu dia não foi muito bom amiga.
AMIGA
Por que Maria?
MARIA
Acabaram de me demitir do trabalho. Estou muito chateada. Era o meu único meio de sustento.
AMIGA
Sinto muito, Maria. Há algum jeito de ajudar com alguma coisa?
MARIA
Sim, caso apareça algum emprego você me avisa.
NARRADOR
A amiga de Maria entra no ônibus e vai embora triste com a situação.
sábado, 5 de junho de 2010
Oficina de redação (texto teatral escrito) Alunos: Rhuan Anderson 1003.
Texto teatral
Personagens: Maria (Dona de casa), Pedro (filho de Maria)
Lugar: Uma fazenda.
MARIA
Pedrinho! Venha cá menino! (nervoso) Quantas vezes te falei para alimentar os animais?
PEDRO
Calma mãe, eu estou arrumando a cama. Tenho que ir trabalhar!
MARIA
Então vem rápido tomar seu café!
E aí filho, como anda o trabalho na fazenda? O que você vai fazer hoje?
PEDRO
Na fazenda está tudo bem. Hoje vou para o milharal, ordens do patrão.
MARIA
Tá bem filho, mas cuidado, venha direto pra casa, está bem? (Pedro sai de casa, caminha até a fazenda, pega o trator e vai para o milharal)
PEDRO
Até que enfim acabei! Vou direto para casa tomar um banho e descansar, amnhã tem mais trabalho.
MARIA
E aí, filho? Como foi o trabalho hoje?
PEDRO
Foi cansativo, mas agora vou dormir e descansar porque amanhã tem mais.
(E assim termina mais um dia de trabalho na fazenda).
Personagens: Maria (Dona de casa), Pedro (filho de Maria)
Lugar: Uma fazenda.
MARIA
Pedrinho! Venha cá menino! (nervoso) Quantas vezes te falei para alimentar os animais?
PEDRO
Calma mãe, eu estou arrumando a cama. Tenho que ir trabalhar!
MARIA
Então vem rápido tomar seu café!
E aí filho, como anda o trabalho na fazenda? O que você vai fazer hoje?
PEDRO
Na fazenda está tudo bem. Hoje vou para o milharal, ordens do patrão.
MARIA
Tá bem filho, mas cuidado, venha direto pra casa, está bem? (Pedro sai de casa, caminha até a fazenda, pega o trator e vai para o milharal)
PEDRO
Até que enfim acabei! Vou direto para casa tomar um banho e descansar, amnhã tem mais trabalho.
MARIA
E aí, filho? Como foi o trabalho hoje?
PEDRO
Foi cansativo, mas agora vou dormir e descansar porque amanhã tem mais.
(E assim termina mais um dia de trabalho na fazenda).
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Oficina de redação (texto teatral escrito) Alunas: Thamires e Jéssica1003.
Texto teatral
Personagens
1. Conquistador
2. Atendente
3. Jovem
4. Namorada
O conquistador safado
(Em uma noite chuvosa um conquistador entra em um hotel totalmente molhado)
CONQUISTADOR (abre a porta)
Boa noite! Tem vaga?
ATENDENTE
Boa noite! Sim, temos vaga! O senhor está acompanhado?
CONQUISTADOR
Sim, minha namorada está para chegar!
ATENDENTE
Temos vagas para casal só no 3º andar no nº 45.
CONQUISTADOR
Tudo bem, quanto custa a suíte?
ATENDENTE
R$ 120,00 a diária. Vai pagar com cartão?
CONQUISTADOR
Não, vou pagar em dinheiro. Já vou deixar pago. Quando minha namorada chegar, faça um favor de encaminhá-la à suíte.
ATENDENTE
Ok, senhor.
(O conquistador entra no elevador. Em seguida entra uma jovem muito atraente. Olha para ela e pisca. Ela sorri)
CONQUISTADOR
Oi! Gatinha. Sua mãe é advogada?
JOVEM
Não, por quê?
CONQUISTADOR
Tua mão te fez direito
JOVEM (sorri e começa a conversar)
Você tem namorada?
CONQUISTADOR
Tua mão te fez direito
CONQUISTADOR
Não. Você quer ser minha namorada?
JOVEM
Quero
CONQUISTADOR
Quer ir para o quarto pra gente conversar melhor?
JOVEM
Sim, vamos.
(Foram para o quarto e logo em seguida chegou a namorada. Ela entra no quarto e pega os dois no maior amasso, briga com o conquistador e termina tudo)
Personagens
1. Conquistador
2. Atendente
3. Jovem
4. Namorada
O conquistador safado
(Em uma noite chuvosa um conquistador entra em um hotel totalmente molhado)
CONQUISTADOR (abre a porta)
Boa noite! Tem vaga?
ATENDENTE
Boa noite! Sim, temos vaga! O senhor está acompanhado?
CONQUISTADOR
Sim, minha namorada está para chegar!
ATENDENTE
Temos vagas para casal só no 3º andar no nº 45.
CONQUISTADOR
Tudo bem, quanto custa a suíte?
ATENDENTE
R$ 120,00 a diária. Vai pagar com cartão?
CONQUISTADOR
Não, vou pagar em dinheiro. Já vou deixar pago. Quando minha namorada chegar, faça um favor de encaminhá-la à suíte.
ATENDENTE
Ok, senhor.
(O conquistador entra no elevador. Em seguida entra uma jovem muito atraente. Olha para ela e pisca. Ela sorri)
CONQUISTADOR
Oi! Gatinha. Sua mãe é advogada?
JOVEM
Não, por quê?
CONQUISTADOR
Tua mão te fez direito
JOVEM (sorri e começa a conversar)
Você tem namorada?
CONQUISTADOR
Tua mão te fez direito
CONQUISTADOR
Não. Você quer ser minha namorada?
JOVEM
Quero
CONQUISTADOR
Quer ir para o quarto pra gente conversar melhor?
JOVEM
Sim, vamos.
(Foram para o quarto e logo em seguida chegou a namorada. Ela entra no quarto e pega os dois no maior amasso, briga com o conquistador e termina tudo)
Oficina de redação (texto teatral escrito) Alunos: Romário1003.
Texto teatral
Personagens
1. Manuel
2. Rafael
3. Júlia
4. Raiane
O Assalto
MANUEL
Calma moleque!
RAFAEL
Moleque! Que moleque! Quer que eu te mate? Faz o que eu estou mandando.
RAIANE
Eu não tenho nada, eu fui roubada ontem!
RAFAEL
Senhora, eu não quero saber da tua vida, passa a grana!
JÚLIA
Moço, eu só tenho cinco reais!
RAFAEL
A senhora está pensando que eu sou cofrinho!
JÚLIA (percebe que vem um carro da polícia )
Pega ladrão! Ladrão!
RAFAEL
Caramba! Vou correr!
RAIANE
Júlia, você nos livrou.
MANUEL
Muito obrigado.
Personagens
1. Manuel
2. Rafael
3. Júlia
4. Raiane
O Assalto
MANUEL
Calma moleque!
RAFAEL
Moleque! Que moleque! Quer que eu te mate? Faz o que eu estou mandando.
RAIANE
Eu não tenho nada, eu fui roubada ontem!
RAFAEL
Senhora, eu não quero saber da tua vida, passa a grana!
JÚLIA
Moço, eu só tenho cinco reais!
RAFAEL
A senhora está pensando que eu sou cofrinho!
JÚLIA (percebe que vem um carro da polícia )
Pega ladrão! Ladrão!
RAFAEL
Caramba! Vou correr!
RAIANE
Júlia, você nos livrou.
MANUEL
Muito obrigado.
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